Marcio Borges no Caboré 2016

11 de outubro de 2016

Você acredita no improvável? O Marcio, sim.

É que, lá atrás, quando ele começou como office boy no Banco do Brasil, as probabilidades já jogavam contra. Mas se tem jogo, tem chance. E o Marcio não perdeu nenhuma: foi vendedor, lojista, até que entrou na WBrasil e assumiu a WMcCann. E fez um puta trabalho em um mercado que muita gente deixou de trabalhar.

O Marcio foi vice-presidente de atendimento da América Latina da Coca-Cola e co-fundador dos Labs de Inteligência da WMcCann. E quando as probabilidades pareciam a seu favor, sofreu um infarto. Chance de sobrevivência? 2%. Sobreviver? O cara se reinventou.

Fez a agência se destacar em uma época que muita gente fechou as portas. Ajudou a colocar uma das campanhas mais corajosas da L’Oréal no ar, no ano em que o receio deixou na gaveta muita campanha criativa. Transformou a WMcCann na agência brasileira mais premiada no Effie LATAM. E aí veio o Caboré.

Matematicamente, as chances do Marcio são 33,33%. Se a gente pensar no histórico da coisa, as chances diminuem. Mas se a gente pensar em tudo que o Marcio fez e continua fazendo, a menor chance é mais do que suficiente.